Video do Dia: Anuncio Estrella Damm

Vídeo

É mais um hino à promoção turistica, para alem da cerveja. Desta vez, Serra de Tramuntana, em Maiorca, declarada Património da Humanidade debido aos seus valores culturais e paisagísticos.

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O mais antigo restaurante do mundo

Galeria

Esta galeria contém 4 imagens.

O restaurante mais antigo do mundo é o “Sobrino de Botín”, datado de 1725. Localizado no coração de Madrid, este é certificada como o mais antigo restaurante do mundo pelo Guinness Book of Records. A tipologia do Botin é um … Continuar a ler

Menorca: Antigo quartel dará lugar a um hotel

Localizado na ilha de Menorca, naImage cidade com o mesmo nome, irá surgir uma nova unidade hoteleira no antigo quartel do Conde Cifuentes.

Um projeto entre o Município de Es Castell, e o BMN (Banco Mare Nostrum S.A.), dono dos quartéis Conde de Cifuentes e Duque de Crillón – que pertenceu ao Ministério da Defesa. O espaço, datado do séc. XVIII deverá ser convertido num hotel de quatro ou cinco estrelas, com um máximo de 45 quartos, mantendo a fachada de dois andares, uma vez que faz parte do património histórico da cidade.

Granada quer afirmar-se como destino “gay-friendly”


O Patronato Provincial de Turismo de Granada convidou este ano mais de três dezenas de operadores e meio de comunicação de 12 países da Europa, Ásia e Américas para participarem nas Jornadas de Turismo LGTB. O objectivo é afirmar Granada como Destino “gay freindly”.

Já na sua terceira edição, as Jornadas decorreram a semana passada e foram aproveitadas para promover Granada como destino “gay freindly” e assegurar a sua inserção nos catálogos dos operadores turísticos especializados neste segmento de mercado, em todo o mundo.

Durante os trabalhos foram analisadas as novas tendências e particularidades deste segmento de mercado cujo gasto médio por turista/dia se situa nos 120 euros, cerca de 30% acima da média habitual. Na segunda parte das Jornadas os operadores turísticos convidados puderam realizar viagens de familiarização na Província de Granada, para assim contactarem com a oferta turística local.

Granada é um dos destinos de Espanha mais procurados pelo mercado LGTB e pretende reforçar a sua liderança captando turistas de todas as vertentes sociais que procuram vários tipos de oferta, desde a monumental e cultural ao turismo de sol e praia, passando pelo turismo rural e de neve.

Refira-se que em Espanha, a comunidade espanhola LGTB está cifrada em três milhões de pessoas, representando um mercado de 31.829 milhões de euros. Este mercado gasta anualmente 3.300 milhões de euros em viagens, a uma média de 1.100 euros por pessoa.
source: turisver

San Fermin, Pamplona

San Fermin Pamplona é a festa da cidade basca de Pamplona, na região de Navarra, Espanha. A festa começa a 7 de Julho e termina a 14 de Julho.

Faz um tributo ao Santo Padroeiro da cidade de Pamplona e tem como tema central da festa o touro.

San Fermin Pamplona é uma festa centenária onde acorrem centenas de turistas de toda a Espanha e estrangeiros.

O ponto alto das festas ocorre às 8h da manhã com a largada de um grupo de touros nas principais avenidas da cidade, enquanto centenas de pessoas correm à frente dos touros (todos os dias os touros pertencem a diferentes ganadarias), vestidos todos de branco, com um lenço vermelho ao pescoço.

Valência – A hora do Levante

Barcelona e Bilbau deram o mote e Valência, a terceira maior cidade espanhola e expressão máxima de um Levante próspero e aberto ao Mediterrâneo, aprendeu a lição. Contratou arquitectos de renome, criou eventos como uma bienal e usou da sua influência para figurar como cenário no filme de Almodóvar. Tudo para passar de símbolo do modernismo a ícone da modernidade.

Meio caminho entre Madrid e Barcelona, situada em plena costa mediterrânica da comunidade autónoma de que é capital, Valência sempre foi demasiado próspera e fértil para ser ignorada pelo resto da Espanha. Ela, que teve dois papas em Roma no século XV (Calisto III e Alexandre VI, pai de Lucrécia Bórgia) e chegou a ser capital da Segunda República após a Guerra Civil, não se calou a Franco e sempre se notabilizou pelo seu espírito rebelde e independentista. O que, convém acrescentar, já lhe vem desde os tempos das escaramuças entre cristãos e mouros, altura em que sobressaíram heróis épicos como o conquistador El Cid.
Foi, no entanto, perdendo o protagonismo e ficou reduzida a símbolo de um “Levante Feliz”, onde o dinheiro cresce nas árvores (o que nem é uma imagem muito fantasista, se pensarmos que os laranjais são ainda uma das maiores fontes de riqueza da região) e as pessoas são um pouco mais reservadas do que em Madrid ou mais conservadoras do que em Barcelona. Pela sua parte, Valência, que há muito diz que “de Poente, nem vento, nem gente”, vê com desconfiança os maiores inte-resse e investimento por parte do governo central na região, pois acha que isso terá, mais cedo ou mais tarde, custos para a sua autonomia e consequente perda de identidade.
Curioso é que, para quem vem de fora, Valência é, à primeira vista, uma cidade bem espanhola com os seus presuntos pendurados, gosto pela tourada (não é à toa que Ernest Hemingway foi para ali viver em 1925, atraído pelo espírito da sua festa brava) e pela forma como mulheres de todas as idades, e também alguns homens, insistem em afugentar o calor com vistosos leques.
Para lá das aparências, todavia, é verdade que Valência e os valencianos têm algo de muito próprio, que talvez não se explique por palavras mas sente-se no ar – embora eles não sejam de todo avessos a explicar porque são diferentes do resto de Espanha. É uma mistura de orgulho, que lhes vem de outras eras (e que se vê tão bem no seu centro histórico, onde os edifícios vão desde o mais robusto estilo românico ao mais flamejante barroco, um cocktail arquitectónico de que a Catedral e a Basílica da N. Sra. dos Desamparados são um bom exemplo) e tanto se expressa num gosto muito particular para ostentar a sua riqueza (o seu poder de compra é um importante chamariz para marcas internacionais testarem os seus produtos, que encontram ali maior adesão do que no resto da Espanha), como se revela no carinho pelos seus costumes (basta ver como os casamentos se celebram, com toda a pompa e circunstância, e como se mantém um tribunal popular como o de las Aguas, todas as quintas às 12h00 na Plaça de la Virgen, onde os camponeses decidem o uso da água).
Valência nunca se preocupou muito em não ser uma atracção turística, mas o exemplo de Barcelona, somado ao que o Guggenheim conseguiu para Bilbau, levou-a a investir milhões num projecto como a Cidade das Artes e das Ciências. Vai daí, e aproveitando o seu genuíno interesse pela artes (basta ver a adesão que os festivais de música têm por aqui), criou uma Bienal, que tem a sua melhor expressão na forma como velhos prédios degradados da cidade foram usados por vários artistas para trazerem a arte à rua, e conseguiu convencer Pedro Almodóvar a rodar ali parte da sua mais recente obra, La Mala Educación, um filme negro sobre um padre que abusa sexualmente de um seu pupilo e do reencontro destes 20 anos mais tarde. Não deixa de ser uma ironia que a tão católica Valência se decida imortalizar na tela através de um filme anticlerical.


Texto de João Miguel Simões, in Rotas e Destinos, Setembro de 2003

CUENCA – Património Mundial

Cidade Velha declarada Património Mundial pela UNESCO, CUENCA estende-se desde o alto de um promontório com vista para as ruínas do castelo dos Mouros, o Kunka antiga fortaleza. Enquanto isso, abaixo da cidade moderna cresce na planície de Júcar.

A parte alta da cidade, as ruas medievais que a caracteriza, começa em frente da paróquia de Nossa Senhora da Luz, ao pé da ponte de San Anton. Aqui começa um passeio pela serra, escadas e varandas que proporcionam vistas maravilhosas.

A primeira paragem é a igreja de San Felipe Neri, construção sóbrio toma o centro do palco durante a Semana Santa, para ser cantada nas etapas tradicionais Miserere. O interior é decorado com estilo barroco e rococó. Do outro lado da Plaza del Carmen podes subir para a Plaza de la Torre Mangana, uma torre antiga Cuenca e um dos símbolos da cidade, visível de praticamente qualquer lugar. A um passofica o Museu da Ciência.


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Picos da Europa

O nome diz tudo e a imensidão da paisagem também. Estamos perante um dos maciços montanhosos mais importantes da Península Ibérica, com zonas de alta montanha de origem glaciar, gargantas apertadas, lagos espelhados, extensos vales e picos abruptos. Falamos do Parque Nacional dos Picos da Europa, uma área de 64 660 hectares, entre as Astúrias, Léon e a Cantábria, que constitui a segunda maior zona protegida de Espanha e a terceira da Europa.
Esta formação calcária estende-se pelas Astúrias, Cantábria e Castela e Leão, destacando-se pelas suas altitudes, em muitos casos acima dos 2500 metros, pelo próximo que estão do Mar Cantábrico, já que no seu ponto mais setentrional distanciam-se apenas 15 quilómetros da costa.

Os Picos de Europa dividem-se em três grandes maciços: O Ocidental ou Cornión, o Central ou dos Urrieles, e o Oriental ou de Ándara.

As maiores altitudes encontram-se no Maciço Central, que é o mais agreste dos três: quatorze dos seus cumes superam os 2600 metros de altitude, com , de 2648 metros, como tecto destas montanhas. Não se pode falar deste Maciço sem mencionar o Pico Urriellu, ou Naranjo de Bulnes, indiscutível rei destas montanhas e de todas as restantes da geografia hispânica, por ser também um ex-libris do alpinismo espanhol. Foi conquistado pela primeira vez em 1905 por Pedro Pidal, Marquês de Villaviciosa e seu companheiro Gregorio Pérez DeMaría e, desde então, a sua aura lendária não parou de crescer.